Nestes dias em que pareço um zombie, a arrastar-me pela casa com umas olheiras até ao chão, é bom sentir o carinho e a preocupação das pessoas. É bom saber que podemos contar com aqueles que amamos nestes momentos mais difíceis (sim, estou muito debilitada!). Acabamos por perceber também que algumas das pessoas que nos rodeiam e que achamos "ai, somos tão migas" afinal estão-se "pouco marimbando" (expressão maravilhosa) para nós e para a nossa saúde. Mas este post não é sobre isso; hei de falar disso noutras alturas. Este post é sobre as pessoas que aturam as minhas birras, as minhas dores, os meus gritos histéricos sempre que tenho de descolar um penso, as minhas mariquices e os meus ataques de "deixem-me morrer em paz!". É por isso que quem tem amor tem tudo: amor de mãe, amor de pai e amor de Monstrinho.
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