28 de junho de 2013
Promoções, yupi!
Ontem fui com a minha mãe ao médico. Enquanto esperávamos ela perguntou-me o que queria fazer a seguir. Eu, toda feliz e contente com os olhinhos a brilhar, disse logo: compras!! Como ela até precisava de umas pecinhas novas, lá fomos ao shopping. Tenho novos moradores cá em casa, todos a bom preço, baratinhos como se quer. Adoro promoções.
Calções da Modalfa e o resto Blanco
(não sei se já disse por aqui, mas a Blanco é a minha perdição)
A faixa do chapéu é fofinha, ou é fofinha?
P.s.: Fotos não roubadas!
24 de junho de 2013
Dúvidas existenciais
Desde pequena que adoro fotografar. O meu pai é fotógrafo profissional (não exerce no momento), por isso sempre vivi rodeada de máquinas fotográficas, rolos, negativos e outras coisas que tais.
Acho que toda a gente tem aquele sonho que adorava concretizar, mas que vai sendo sempre adiado. O meu é tirar um curso de fotografia. Sim, só tenho 20 anos, mas tenho andado a adiar a coisa. Amo o meu curso de coração e sei que ensinar putos me vai fazer muito feliz, mas a fotografia e o desejo de ser fotógrafa profissional nunca me vão largar. É aquilo que eu gostava mesmo, mesmo de fazer, mas que sei ser muito difícil. Ainda concorri ao curso Audiovisual e Multimédia, na Escola Superior de Comunicação Social, mas a minha mãe nunca achou muita piada. "Olha que não vais ter emprego. Isso não tem saída nenhuma. Olha para o teu primo (fotógrafo), sempre a saltitar de emprego em emprego e sem estabilidade nenhuma.". Para fugir a isto o que é que eu faço? Vou para Educação Básica. Querem estabilidade? Tornem-se professores!
Espero um dia tirar um curso "à séria" e poder exercer, nem que seja pontualmente, a profissão de fotógrafa. Sei que ia realizar-me profundamente. Sou eu com a fotografia/ensino e o meu namorado com a música/informática. Pode ser que um dia ele comece a fazer digressões mundiais e eu ande atrás dele como fotógrafa oficial da banda. Nunca se sabe.
Mas tudo isto porquê? A minha querida (mesmo super querida) mãe decidiu que está farta de me ouvir suspirar por uma máquina fotográfica "de jeito". Tenho uma, compacta, mas não me satisfaz (está bem longe disso). Preciso de uma câmara a sério! Ora, isto seria tudo muito bonito, se eu me conseguisse decidir sobre qual delas comprar. Uma coisa é certa: será uma Canon. É a minha marca do coração e sei que seria um elo de ligação entre mim e o meu pai. Ele sempre teve Canons e, por isso, foi com a Canon que eu aprendi as (poucas) coisas que sei hoje.
Ando a namorar a 600D. É fofinha, maneirinha, tem tudo aquilo de que eu preciso. Não quero algo muito avançado, porque, vá, depois não percebo nada daquilo. Quero uma câmara simples e com a qual eu possa ir aprendendo e evoluindo, mas que me dure bastante tempo. Alguém tem/conhece alguém que tenha? Por favor, preciso de opiniões! A Fnac tem um pack que achei interessante: máquina, bolsa e cartão de 8GB a 779 euritos. Vale a pena? Se souberem de alguma melhor, agradeço a ajuda!
22 de junho de 2013
Cerejinhas
Vir à "terra" tem destas coisas. Passei mais de uma hora à caça de cerejas. E nem gosto, olha se gostasse!
P.s.: Foto não roubada!
19 de junho de 2013
Estou em pânico
Ontem, ao jantar, estava a falar com o meu pai.
Eu: Já tenho a licença de condução comigo.
Pai: Ai sim?
Eu: Sim, já fui buscá-la à escola de condução.
Pai: Hmm, ainda bem então. Sexta-feira vamos para a terra e eu vou estar muito cansado para conduzir, por isso, ótimo!
Eu: (quase cuspo o jantar em todas as direções) desculpa?!
Pai: É isso que tu ouviste.
A minha mãe não estava em casa, por isso não pôde gritar imediatamente um "Nem pensar!". Isto não impediu que eu começasse a ter mini-ataques de pânico, mesmo sabendo que, assim que eu abrir a porta do condutor, a minha mãe vai voar na minha direção e fazer-me uma placagem ao estilo dos grandes jogadores (bestas) de rugby. Rezem por mim.
Accessories are a girl's best friend!
Desde miúda que sou viciada em acessórios. Pulseiras, colares, brincos, sempre me fascinaram. Adorava experimentar tudo o que a minha mãe tinha em casa. Abria as gavetas, tirava todas as caixas para fora delas, desarrumava tudo e era assim que brincava.
Claro que este amor me tem perseguido ao longo da vida. Ando completamente viciada em acessórios. Dantes, quando visitava as lojas online, ia sempre ver os vestidos, as camisas, as calças. Ultimamente, vou logo para a secção dos "enfeites". Há vícios piores. Deixo-vos aqui alguns dos meus novos amores, para o caso de passar aqui alguém que, por simpatia, me queira oferecer qualquer coisinha. Não se acanhem!
Claro que este amor me tem perseguido ao longo da vida. Ando completamente viciada em acessórios. Dantes, quando visitava as lojas online, ia sempre ver os vestidos, as camisas, as calças. Ultimamente, vou logo para a secção dos "enfeites". Há vícios piores. Deixo-vos aqui alguns dos meus novos amores, para o caso de passar aqui alguém que, por simpatia, me queira oferecer qualquer coisinha. Não se acanhem!
Colar Accessorize
Pulseira Accessorize
Anel Accessorize
Brincos Parfois
Colar Claire's
Brincos Claire's
17 de junho de 2013
A (maldita) Carta de Condução
Enquanto andei desaparecida, chegou a data da minha segunda oportunidade: o exame de condução ficou marcado para o dia 14 de junho. Lá fui eu largar mais uns euros em aulas de preparação, depois dos malditos 250 euros que voaram da minha conta "por dá cá aquela tralha".
12 de junho. Primeira aula de preparação. Um terror. Entre quase atropelar uma pessoa e quase arrancar o espelho de um carro estacionado, pode dizer-se que a aula correu extremamente mal. Vá, já não conduzia há um mês, tenho desculpa!
13 de junho. Segunda aula de preparação. "Owl, estás de volta a ti! Vai assim para o exame e passas!". E eu a pensar: "Pois claro. Se chumbar nunca mais ponho os meus lindos pés nestes pedais nem as mãos neste volante". A confiança estava a zero e o medo de chumbar (outra vez) começou a crescer exponencialmente.
14 de junho. O pânico. Não dormi nada de jeito, as minhas olheiras ganharam proporções gigantescas (a sério, parecia que tinha levado dois socos em cada olho) e as minhas mãos começavam a anunciar princípios de ataques epiléticos sucessivos. A família toda em casa, a desejar boa sorte, a dizer que ia correr tudo bem e eu com uma vontade de me agarrar à sanita mais próxima e mandar cá para fora o pequeno-almoço que não consegui tomar. Lá foi o meu querido pai pôr-me à escola, ao meio-dia em ponto, e lá ficámos à espera do instrutor. O senhor nunca mais se decidia a chegar, por isso fomos conversando. Sobre o exame, claro. Disse-lhe que ia comigo uma senhora e que ela não costumava ter aulas com o meu instrutor. Falámos sobre as coitadas das pessoas que têm de ir a exame com um carro ao qual não estão habituadas. Eu dizia que para quem está numa pilha de nervos, chegar ao dia do exame e ter de pegar noutro carro não ajuda em nada. É sempre diferente e é só mais um fator de nervosismo. Ele concordava comigo. Da secretaria da escola chamavam o meu nome. Lá fui eu, pensando que me iam avisar que o meu instrutor estava atrasado. Pois, estava muito enganada. Perguntaram-se se já sabia que não ia com o meu instrutor, nem com o meu carro, pois claro. Não sei que cara fiz, sei que devo ter ficado branca que nem uma parede. Estava eu a acabar de apontar todas as desvantagens de levar um carro diferente para o exame e o meu pai, condutor há 30 anos, a confirmar tudo o que eu dizia, quando BINGO!, e pronto. Fui ter com o meu pai, já com a lágrima no olho a dizer que ia chumbar (sim, sou um bocado maricas). Ele lá me disse para ter calma, que se chumbasse não era o fim do mundo (eram só menos 250 euros, outra vez) e que ia conseguir. A senhora que ia comigo estava ainda mais nervosa do que eu. Pediu-me para ser eu a levar o carro e eu pus-me logo no lugar do condutor. Pus o carro a trabalhar, ia arrancar, mas aquela porcaria não mexia. O meu pai a olhar atentamente e eu cada vez mais estúpida, sem perceber o porquê daquilo não me obedecer. Lá se vira o senhor instrutor "Se calhar convém baixares o travão de mão...". Boa, Owl, vais para exame e nem sabes pôr um carro a mexer. Já oiço 250 moedinhas a saltar da tua conta! O exame era às 15h20, por isso, até aí, eu e a outra fofinha (que rapidamente descobri ser passada da marmita) íamos trocando entre o banco de trás e o banco do condutor. Desde logo, percebi que ela não estava muito bem preparada. Fez a rotunda do Relógio e os poucos quilómetros seguintes até um semáforo em primeira, alegando em sua defesa que o carro (coitado) não pediu a segunda (eu estava no carro e fiquei com imensa pena dele; temi que explodisse de frustração). A tudo o que o instrutor dizia ela respondia torto, pensando que sabia bem mais que ele. Eu já estava nervosa e não queria mais problemas, por isso simplesmente mantive-me caladinha, na paz do Senhor, mesmo quando ela apontava todos os meus erros enquanto eu conduzia : "ela não devia ter feito x?", "ela não devia ter ligado os médios?", "ela não devia ter acelerado?". E você, não devia estar calada?! Um amor de pessoa. Mas enfim, o meu problema era outro. Eu queria mesmo era passar no exame. Às 15h15 chegamos ao centro de exames e ela sugere (exige) ir em primeiro. Dado tudo o que se tinha passado e embora eu goste sempre de ir em primeiro (a ideia de ficar a assistir e de passar mais tempo à espera deixa-me frustrada), decidi evitar conflitos. Deixei-a ir em primeiro, caso a senhora não se lembrasse de, depois, me culpar por ter chumbado, caso eu não tivesse consentido (nunca fiando). Entrámos para o carro. Eu já conhecia o examinador e sabia que ele era um porreiro. Nunca o vi sorrir, mas sempre gostei da "pinta" do senhor. Desejou-nos boa sorte e exigiu que cumpríssemos o Código na íntegra; um fofo. A senhora lá arranca, tudo muito bem. Saímos do parque da escola, tudo ótimo. O examinador ordena que mude de direção à esquerda. Ela encosta-se demasiado a um carro estacionado, obrigando-o a intervir, mas deixa-a continuar. Ela posiciona-se para mudar de direção à esquerda, atravessando-se completamente na estrada: o pânico. O senhor diz-lhe que lhe dará outra oportunidade, mas que o que ela fizera até ali era suficiente para chumbá-la (no primeiro exame, chumbei numa mudança de direção à esquerda, ah pois!). A senhora lá segue com o seu popó e para num cruzamento, para ceder passagem. Vê que pode seguir e arranca em segunda. O carro vai abaixo. Põe o carro a trabalhar, mas não consegue arrancar. O senhor examinador tem um acesso de raiva e manda-a tirar os pés dos pedais e as mãos do volante. Leva o carro até a um sítio onde pode pará-lo e, depois de o fazer, manda-a trocar de lugar com o instrutor. O que é que eu faria nesta situação? Tirava o cinto, abria a porta e dizia adeus ao dinheiro (enquanto chorava, obviamente). Mas a minha cara colega não é dessas. Começa a chorar desalmadamente e pede clemência, pede ao senhor pelos filhos dele, pergunta-lhe se ele nunca errou e grita "ERRAR É HUMANO". O examinador, meio atordoado, repete a ordem. Ela não vai de modas: agarra-se ao homem ao chorar. Ele passa-se. Arranca o cinto e sai da porta para fora. Lá dentro, ela grita que nem uma maluca (literalmente). E tudo isto comigo, no banco de trás, caladinha que nem um rato e com as pernas a tremer que nem varas verdes. Pois é, amiga, obrigadinha por não aumentares o meu nível de ansiedade! O homem agora está com um acesso de raiva e quem vai levar por tabela sou eu! O instrutor sai do carro e dirige-se para o lugar do condutor, mas e tirar a moça de lá? Mission Impossible 5. Chamem o Tom Cruise, por favor! Cinco longos minutos de lágrimas, desespero, nervos em franja e eu com o exame por fazer. Lá se decide a sair do carro e seguimos viagem. Mas claro, toda aquela condução de alto nível traria consequências: no carro, surgem umas luzes estranhas, que nem o instrutor sabe de onde ou porque aparecem. Tudo para ajudar o meu sistema nervoso! Chega-se à conclusão que são os fumos (whatever) e que a solução é ir para a autoestrada e, em terceira, puxar ao máximo pelo carro. Obrigadinha pelo contributo, senhor examinador, mas eu preciso do carro AGORA, se for possível! Por milagre (obrigada a todos os santinhos), a luz desaparece, por isso não há problema. "Pode vir para o lugar do condutor". Ok, chegou a minha vez de brilhar (ou de me espalhar ao comprido, vá - reparem que os meus níveis de autoconfiança estão sempre lá no alto!). Faço pisca para a direita e siga a viagem! "Desculpe, vamos para a esquerda." Esqueci-me que se calhar quem manda ainda não sou eu! Lá pedi desculpa ao senhor e, finalmente, vamos embora despachar esta porcaria. Uma inversão do sentido de marcha, um estacionamento paralelo ao passeio e um caminho razoável em termos de dificuldade. Muitos amarelos, nem um peão nas passadeiras (é tudo meu!) e quase nenhum sítio em que tivesse de fazer ponto de embraiagem. As minhas pernas tremiam como nunca. Cada vez que levantava o pé da embraiagem quase tinha de agarrar a perna para ela estar quieta. A certa altura, chego a uma rua na qual está parado um autocarro. Se ele sinalizar, avisando que vai reiniciar a marcha, temos de ceder passagem. O senhor não tinha o pisca aceso. "É melhor passar? Ou paro? Se calhar passo... Vou passar". Não, eu não pensei isto; eu disse-o, em voz alta. O examinador, com certeza, pensou que eu não batia com elas todas. Chegamos ao centro de exames, paro o carro à cão (a mando do sr. examinador) e ele prepara-se para falar. "Está aprovada". FESTAAAA!!! Não. Agarrar-me ao volante a chorar pareceu-me a decisão mais acertada. É impossível explicar o alívio que senti naquele momento, o peso enorme que me saiu de cima dos ombros. Saber que não tenho de gastar mais dinheiro, saber que estou completamente despachada, não ter de depender de boleias... Oh, a felicidade!
E é assim, tenho a carta, minto, a guia, esse tão desejado pedaço de papel que me dá autorização para, finalmente, buzinar à vontade a todos aqueles a quem não pude enquanto estava nas aulas! Yupi! Assim que chego à escola de condução, o meu pai obriga-me a trazer o carro para casa. Ainda não tinha a guia, porque não levei dinheiro com medo que desse azar (na primeira vez, fui armada em esperta com trinta euros para o centro de exames e com trinta euros voltei para casa), mas o senhor insistia que eu tinha de levar o carro porque tinha de levar o carro. "Pai, eu acabei de tirar a carta. Queres que fique já sem ela?". Mas não havia volta a dar: disse-me que não havia polícia no caminho para casa e que podia levar o carro. Ora, conduzir um Yaris e conduzir um Passat tem as suas diferenças. Para começar, só via dois pedais. Parece que fazer o acelerador igual aos outros dois pedais é muito "à menina", então toca de pôr uma barra de plástico altamente confundível com o próprio chão do carro. Mas tudo bem, senhores da Volkswagen, eu cá me arranjo! Lá consegui pôr aquilo a mexer. Quando tive de travar é que foi engraçado. É que eu, coitadinha, habituada ao meu querido Yaris, pisei o travão com a mesma convicção com que pisava o travão do carro da escola. Grande erro. Não fui de testa ao volante porque me consegui controlar, mas estive quase para lhe dar uma cabeçada, assim só naquela. Parece que basta só dar um cheirinho que ele pára logo (uma máquina), o senhor meu pai é que se esqueceu de me avisar. Estacionei de marcha-atrás e tudo! Tendo em conta que aquilo me parecia do tamanho de um camião, foi um grande feito. Confesso que passei a tarde à janela a admirar as minhas elevadíssimas capacidades estacionativas.
Isto tudo para quê? Para me gabar desta nova conquista, do alcance desse símbolo de independência: a carta de condução. Já me fizeram saber que nunca mais pego no Passat, conduzo o velhadas e é se quero. Obrigada, mãe!
Vá, não se acanhem. Podem dar-me os parabéns! (se tiverem conseguido ler o texto todo, o que eu duvido)
E é assim, tenho a carta, minto, a guia, esse tão desejado pedaço de papel que me dá autorização para, finalmente, buzinar à vontade a todos aqueles a quem não pude enquanto estava nas aulas! Yupi! Assim que chego à escola de condução, o meu pai obriga-me a trazer o carro para casa. Ainda não tinha a guia, porque não levei dinheiro com medo que desse azar (na primeira vez, fui armada em esperta com trinta euros para o centro de exames e com trinta euros voltei para casa), mas o senhor insistia que eu tinha de levar o carro porque tinha de levar o carro. "Pai, eu acabei de tirar a carta. Queres que fique já sem ela?". Mas não havia volta a dar: disse-me que não havia polícia no caminho para casa e que podia levar o carro. Ora, conduzir um Yaris e conduzir um Passat tem as suas diferenças. Para começar, só via dois pedais. Parece que fazer o acelerador igual aos outros dois pedais é muito "à menina", então toca de pôr uma barra de plástico altamente confundível com o próprio chão do carro. Mas tudo bem, senhores da Volkswagen, eu cá me arranjo! Lá consegui pôr aquilo a mexer. Quando tive de travar é que foi engraçado. É que eu, coitadinha, habituada ao meu querido Yaris, pisei o travão com a mesma convicção com que pisava o travão do carro da escola. Grande erro. Não fui de testa ao volante porque me consegui controlar, mas estive quase para lhe dar uma cabeçada, assim só naquela. Parece que basta só dar um cheirinho que ele pára logo (uma máquina), o senhor meu pai é que se esqueceu de me avisar. Estacionei de marcha-atrás e tudo! Tendo em conta que aquilo me parecia do tamanho de um camião, foi um grande feito. Confesso que passei a tarde à janela a admirar as minhas elevadíssimas capacidades estacionativas.
Isto tudo para quê? Para me gabar desta nova conquista, do alcance desse símbolo de independência: a carta de condução. Já me fizeram saber que nunca mais pego no Passat, conduzo o velhadas e é se quero. Obrigada, mãe!
Vá, não se acanhem. Podem dar-me os parabéns! (se tiverem conseguido ler o texto todo, o que eu duvido)
A Rapariga do Mocho returns!
Sim, eu sei... Não ponho aqui os coutos de maneira decente há uns bons tempos. O final de semestre foi o caos: frequências, trabalhos, cabelos em pé, um stress autêntico. Mas tudo está bem, quando acaba bem.
Estou oficialmente de férias desde o dia 7 de junho. Pois é, embora tenha andado na corda bamba durante uma semana, enquanto esperava pelas notas do fim de semestre, lá me consegui safar desses grandes chatos que são os exames. Consegui fazer tudo em avaliação contínua e a minha amada média manteve-se, por isso papinho para o ar é o meu novo estilo de vida (yey!).
Entretanto, neste tempo em que tenho andado meia desaparecida, tem-se passado muiiiiita coisa. Estou a brincar, a minha vida não é assim tão emocionante. Mas prometo que vou contando o que se passou e que vou estar bem mais presente aqui no barraco!
Entretanto, neste tempo em que tenho andado meia desaparecida, tem-se passado muiiiiita coisa. Estou a brincar, a minha vida não é assim tão emocionante. Mas prometo que vou contando o que se passou e que vou estar bem mais presente aqui no barraco!
11 de junho de 2013
Oh, o amor
Eu e o homem combinámos ir à praia amanhã. Sim, o tempo não está espetacular, mas eu preciso mesmo é de apanhar o arzinho do mar (receita da minha otorrina [?]). Em conversa, por sms:
Ele: Está pronta às 8h30.
Eu: Não pode ser às 8h45? (é a diferença entre acordar às 7h45 e acordar às 8h00, bem mais encorajador)
Ele: Ok. Às 8h20 estou à porta da tua casa.
Enfim!
Ele: Está pronta às 8h30.
Eu: Não pode ser às 8h45? (é a diferença entre acordar às 7h45 e acordar às 8h00, bem mais encorajador)
Ele: Ok. Às 8h20 estou à porta da tua casa.
Enfim!
10 de junho de 2013
8 de junho de 2013
Please, please, please!
Vamos fazer figas para eu receber, pelo menos, um e-mail, depois dos quarenta que enviei, a marcar uma entrevista de emprego, por favor!

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