27 de janeiro de 2013

24 de janeiro de 2013

Passei aqui só para deixar isto...

Bonito hein?

Ainda a operação

Hoje fui tirar o resto do penso. Tenho a dizer que é assustador a quantidade e o tamanho de coisas que cabem dentro do nariz humano sem que nos apercebamos! Na passada segunda-feira tirei a primeira parte do penso: um tampão no fundo de cada narina. Não doeu nada, mas não me livrei de beber um copinho de água com açúcar (já por aqui tinha dito que não me dou muito bem com sangue...) e de passar uns minutos deitada na maca com três pessoas a olhar para mim e a dizer "meu Deus, está tão branca". Um must
Hoje fui tirar o resto. E o que era o resto, perguntam vocês? Duas placas gelatinosas do tamanho do meu dedo mindinho, uma em cada narina. E como é que aquilo coube tudo dentro do meu petit nez, perguntam vocês? Pois, não sei. Juro que não sei. Mas não custou nada e desta vez consegui manter-me com a cabeça no sítio e levantar-me sem cambalear, por isso pode dizer-se que foi uma vitória! 
Agora são seis meses até à recuperação total, sendo que durante um mês tenho de lavar o nariz seis vezes ao dia com soro e Rhinomer. Sim, vou ter de andar com uma seringa, um frasco de soro e outro de Rhinomer na mala. E sim, vou ter de lavar o nariz nas casas de banho da faculdade. Lindo.

23 de janeiro de 2013

O maravilhoso mundo das séries

Amo séries. Sou capaz de passar um dia inteiro de cu no sofá a ver séries. Gosto de quase todo o tipo de séries, exceto aquelas que envolvam terror/horror/nojo/medo. Não é por nada, mas como sou um bocado  (muito) maricas, não posso ver nada que envolva fantasmas, mortos-vivos, sustos e outras coisas do estilo. E porquê? Porque tenho pesadelos... Sim, tenho pesadelos. Por exemplo, gosto muito de "Ghost Whisperer", mas nunca vejo a parte antes do genérico, ou então vejo-a com as mãos à frente dos olhos. Sempre que prevejo que se aproxima uma cena daquelas em que está muito silêncio e começa a ouvir-se a loiça a tilintar ou os cortinados a dançar com o vento, mudo de canal. True story. Adorava ter coragem de ver "Walking Dead", porque toda a gente diz que é espetacular, que é um grande série, "não sabes o que perdes" e blablabla, mas pela minha saúde mental e pelas minhas queridas horas de sono, prefiro que nos mantenhamos desconhecidas uma da outra.
Mas adoro séries. Acho sinceramente que foi das coisas mais fantásticas que alguém se lembrou de inventar. Desde miúda que via séries na RTP2, "Friends" principalmente. Lembro-me também de ver "Sex and the City" na Sic e de delirar com aquilo! Mas depois apareceu a TvCabo cá em casa e a minha vida mudou... Obrigada senhores fofinhos da Fox e da AXN, devo-vos muitas horas das minhas tardes!
Tenho pena de não ter mais tempo para acompanhar as minhas preferidas. O meu horário não é constante, por isso nunca consigo ver os episódios durante nem uma semana seguida. Mas para isso surgiram os sites com séries online... Um grande ámen para eles!
Como muito do que fazemos revela um pouco sobre aquilo que somos, vou fazer aqui um top das minhas séries preferidas. "Diz-me que série vês, dir-te-ei quem és."


1) How I Met Your Mother
É a série mais awesome, mais legen... wait for it... DARY! Há quem seja viciado em tabaco, álcool, pastilhas... Eu sou viciada nisto. Não vale a pena falarem comigo enquanto estou a ver A série, correm o risco de levar uma chinelada. Quem avisa, amigo é.


2) Grey's Anatomy
Foi a primeira série que segui fielmente. Lembro-me perfeitamente do dia em que vi o primeiro episódio na RTP1 e desde aí fiquei rendida. É, provavelmente, a maior fonte das minhas lágrimas. Drama, drama, drama.


3) Bones
Foi durante um verão às duas da manhã que conheci a Bones e o Booth. Adoro esta série de paixão. Graças a ela, considerei seriamente tirar o curso de Antropologia. Depois lá me lembrei que a vida real e a vida das séries são muuuuito diferentes (dammit!).


4) Better With You
É espetacular! As várias fases de uma relação de uma forma altamente hilariante. A-m-o. Principalmente os pais, são de morrer a rir.


5) Happy Endings
Corram para ver esta série! Por favor! É de partir o coco. E sendo eu uma romântica incurável, adoro toda a série que tenha um ex-casal que se reaproxima... E uma amiga maluca. E um gay. E um casal daqueles que nos faz desejar ter uma relação assim (não batem a Lily e o Marshall, como é óbvio).


6) Lie to Me
Ponto a favor: british accent  do Tim Roth. Mais pontos a favor: crime, ironia, coisas fixes sobre linguagem corporal, etc. etc.!


 
7) Modern Family
Toda a gente falava desta série, por isso decidi dar uma vista de olhos. Curiosamente, quando vi o primeiro episódio detestei. É uma série diferente, os ângulos e a própria interação dos atores com as câmaras é bastante singular. Mas isso só a torna mais espetacular e devo dizer que, neste momento, é das séries que mais me faz rir (principalmente o Cam. Adoro o Cam)!


8) House
Durante uns tempos andei chateada com esta série. O House é o máximo? É. O Hugh Laurie é fascinante? Claro que é! O facto de tentar-falhar-tentar-falhar-tentar-conseguir é interessante? Muito! Mas comecei a sentir uma certa monotonia, por ser sempre o mesmo processo. Ainda assim, está neste top pelo humor negro e pela ironia deste médico. É um gajo fixe.


9) Brothers and Sisters
Quando isto dava na Fox Life, assim que aparecia o "Já a seguir", mudava de canal. Não sei porquê, embirrava porque sim com esta série! Um dia lá decidi dar-lhe o benefício da dúvida e confesso que só queria ver mais e mais e mais. Adoro mistérios e famílias com segredos antigos. 


10) Revenge
Esta está em último, mas provavelmente subirá bastante em breve. Ainda não tive oportunidade de ver grande coisa, mas do pouco que vi, caraças... É boa, boa, boa!

22 de janeiro de 2013

A Bela e as surpresas

O meu namorado fez anos na semana passada, mas ainda não lhe dei nenhuma prenda. Confesso que foi muito difícil decidir o que lhe oferecer. Primeiro, porque ele é homem. É sempre mais complicado dar prendas a homens! E segundo, porque o rapaz tem tudo (e para aquilo que não tem, eu não tenho dinheiro).
Tenho andado a magicar um plano e já estruturei a surpresa toda (não posso contar ainda; embora ainda não lhe tenha mostrado o blog, há sempre o risco de ele vir ao meu computador, entrar-me pela net adentro e descobrir-me isto! ). Como o local da surpresa não é, propriamente, ao lado de casa, tive de inventar uma desculpa para ele me levar a passear. Ele odeia estar fechado em casa, por isso foi fácil. Estamos a conversar sobre onde iríamos e outros pormenores e não é que, vindo do nada, aquele gajo se vira para mim a perguntar se eu queria ir com ele fazer aquilo que eu estou a pensar ir fazer? Fiquei parva. Não tenho jeito nenhum para disfarçar, nem para mentir.  Não tenho sorte nenhuma caraças. Comecei-me a rir, mas lá conseguir dar a volta à conversa, arranjei uma desculpa e ele aceitou. Daqui a uma semana ponho aqui as fotos. Tenho a certeza de que ele vai adorar!

21 de janeiro de 2013

Quem tem amor tem tudo!

Nestes dias em que pareço um zombie, a arrastar-me pela casa com umas olheiras até ao chão, é bom sentir o carinho e a preocupação das pessoas. É bom saber que podemos contar com aqueles que amamos nestes momentos mais difíceis (sim, estou muito debilitada!). Acabamos por perceber também que algumas das pessoas que nos rodeiam e que achamos "ai, somos tão migas" afinal estão-se "pouco marimbando" (expressão maravilhosa) para nós e para a nossa saúde. Mas este post não é sobre isso; hei de falar disso noutras alturas. Este post é sobre as pessoas que aturam as minhas birras, as minhas dores, os meus gritos histéricos sempre que tenho de descolar um penso, as minhas mariquices e os meus ataques de "deixem-me morrer em paz!". É por isso que quem tem amor tem tudo: amor de mãe, amor de pai e amor de Monstrinho. 

19 de janeiro de 2013

O pós-operatório

Como já disse aqui no blog, fui operada há poucos dias. Como sou, provavelmente, a pessoa mais maricas do Mundo e, quiçá, de Portugal, tiveram de me dar uma dose de anestesia daquelas para cavalo. Resultado: passo os dias enroscada no sofá, com os olhos meio abertos, meio fechados. Tenho a dizer que adoro esta vida de reformado! Não faço nada e ainda levo mimos a toda a hora. Seria tudo perfeito se de cada vez que me quero rir ou falar não tivesse de me controlar para não rebentar, literalmente, o nariz. De resto, tudo ótimo: comidinha na mesa, mantinhas para o frio, televisão grandalhona da sala só para mim e gelado a toda a hora (querem? sejam operados ao nariz/garganta, pois claro!). O ponto alto do meu dia consiste no intervalo de tempo em que começo a ver tudo à roda e fico prestes a ter um piripaque. Sim, porque isto de ter de limpar o nariz... Eu e o sangue nunca fomos grandes amigos!

17 de janeiro de 2013

E o ano começa...

... (quase, vá, já passaram quinze dias do início do ano), aqui: 


Pois é, já estava na altura de parar de ressonar que nem um leitão e de ficar com os bofos de fora de cada vez que subia um lance de escadas, por isso aqui estou eu, com o nariz do tamanho de uma cabeça de nabo e com um penso super sexy (acreditem). Mas o pior já passou e não, não chorei (o que é uma vitória, porque basta ver uma agulha e lá vou eu de cabeça ao chão)! Para além disto, tive a oportunidade de ver homens fardados todos os dias, o que é sempre bom para quem está debilitada... Dá logo outro ânimo!

14 de janeiro de 2013

Um conselho...

Nunca fechem a porta de um carro e deixem o dedo lá dentro. É isto que acontece quatro meses depois:


Resoluções de 2013

Começar um blog. É desta! Depois de três tentativas falhadas, é desta que eu consigo manter um blog! Já escolhi o nome, personalizei a página e agora escrevo a primeira mensagem... Se isto durar mais de dois meses, dou-me por feliz.