Hoje li esta notícia. Não era nada que já não tivesse previsto ou que ainda não me tivesse passado pela cabeça, mas não deixa de ser assustador. E triste.
Falar de desemprego jovem é o pão nosso de cada dia. Saímos da universidade e das duas, uma: ou temos uma sorte do caraças (mesmo sendo empreendedor, é preciso ajuda dos anjinhos), ou passamos os dias no sofá, a chorar com o nosso canudinho. Isto atormenta todos os estudantes universitários; muito sinceramente, a minha vontade é ficar para sempre na faculdade, porque tenho muito medo do dia em que de lá sair.
Mas para os estudantes de Educação este não é o único problema. Segundo a previsão da Visão, como seria de esperar, se o pessoal está todo a emigrar e se há cada vez mais gastos em todas as parcelas da vida, é de prever que haja cada vez menos bebés, cada vez menos crianças, cada vez menos jovens. E aí, os professores vão dar a aulas a quem? Eu preciso de uma sala cheia de putos para fazer alguma coisa da vida com o meu curso, mas se eles são cada vez menos (e se o Cratinho - como eu, amavelmente, gosto de o tratar - insiste em enfiar quarenta em cada sala de aula), então serão precisos cada vez menos professores. Para além disso, eu vou ser (ahah, vamos lá ver!) professora (não só, mas também) de Língua Portuguesa. Mesmo que quisesse emigrar, teria de fazê-lo ou para os PALOP ou para um país com escolas portuguesas, por isso não posso dizer que tenha muitas opções.
Onde é que eu me vim meter...
Mas para os estudantes de Educação este não é o único problema. Segundo a previsão da Visão, como seria de esperar, se o pessoal está todo a emigrar e se há cada vez mais gastos em todas as parcelas da vida, é de prever que haja cada vez menos bebés, cada vez menos crianças, cada vez menos jovens. E aí, os professores vão dar a aulas a quem? Eu preciso de uma sala cheia de putos para fazer alguma coisa da vida com o meu curso, mas se eles são cada vez menos (e se o Cratinho - como eu, amavelmente, gosto de o tratar - insiste em enfiar quarenta em cada sala de aula), então serão precisos cada vez menos professores. Para além disso, eu vou ser (ahah, vamos lá ver!) professora (não só, mas também) de Língua Portuguesa. Mesmo que quisesse emigrar, teria de fazê-lo ou para os PALOP ou para um país com escolas portuguesas, por isso não posso dizer que tenha muitas opções.
Onde é que eu me vim meter...
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