5 de abril de 2013

Viva o ser português!

Bem, parece que não venho aqui há anos. Ainda há pouco li no blog da Maçã que ela está sem tempo e eu sinto-me tal e qual como ela. Mas eu não tenho de levar com certos leitores ignorantes e sem mais nada para fazer. Uma das vantagens de ter um cantinho quase desconhecido na net! (para os leitores da Maçã, façam como eu: se ela não tem escrito, passeiem pelas publicações antigas. Há lá coisas do bom, muito bom. E parem lá de ser parvos e deixem a rapariga ter uma vida, chiça!).
Adiante. O dias desta semana têm sido o caos:

Média de horas acordada = 20h
Média de horas na faculdade = 7h
Média de horas, em casa, a trabalhar para a faculdade = 13h
Média de horas a fazer o que gosto = 0h

Há muito que não me sentia tão cansada. E agora dizem vocês: "ah, está para aqui a queixar-se, mas tem o fim de semana mesmo à porta". Pois, isso queria eu! Com três frequências e um trabalho para entregar na próxima semana, estes dois dias vão passar mais rápido do que o Bolt corre os 100m. Vai ser uma animação!
Agora, se me quiserem dizer "a culpa é tua por deixares tudo para a última", a coisa torna-se diferente. Primeiro, levam um selo na testa, depois eu desato a chorar e digo que têm toda a razão. Mas o que é que eu posso fazer? É este sangue de tuga que me corre nas veias. É daquelas coisas que não conseguimos evitar, um instinto natural, um traço genético. Mas o que interessa é que, mesmo feita em cima da hora, a minha rica banda desenha está entregue e não está absolutamente horrível (também não está fantástica, mas cada um se contenta com o que pode).
Na verdade, eu consigo sempre entregar os trabalhos e ter boa nota nas frequências, embora deixe tudo para a última e desespere ao ponto de berrar e espernear. Enquanto este método funcionar, vamos (sobre)vivendo. Quando deixar de funcionar... Não pode deixar de funcionar.

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