28 de julho de 2013

O Grande Gatsby

Já comecei a atirar nas leituras. A primeira vítima foi O Grande Gatsby ou A Grande Desilusão. Vá, não foi uma desilusão assim tão grande porque, na verdade, não sabia bem o que esperar do livro.
Enquanto procurava um livro numa das estantes da sala, depois de percorrer vários títulos, aquele chamou-me à atenção. Não por ser um título mais especial do que os outros, mas por me fazer lembrar o Leonardo DiCaprio, ou Leozinho, para mim. Levei-o para o quarto e, basicamente, devorei-o. É muito fácil de ler, não é muito grande e a escrita não é muito complexa, é super acessível. O problema é mesmo a história.
Os primeiros capítulos são uma autêntica divagação, que em nada contribuem para a história em si. Desde que comecei a ler que nunca soube muito bem onde é que aquilo tudo ia parar e, quando acabei, fiquei com a sensação de: "mas é só isto?". Não há grande história, nem grande caracterização das personagens. Muita coisa fica por contar e outra é contada desnecessariamente. O fim é, basicamente, uma desilusão, que até tem o seu sentido, mas não tem graça nenhuma. Havia muita coisa que o autor podia ter desenvolvido, mas não o fez. Acabei o livro com várias perguntas, todas sem resposta. O que acontece à Daisy? Alguém chega a saber a verdade sobre o acidente? Qual era o negócio do Gatsby? Pois, fica para um O Grande Gatsby - Revelações.
Não gostei, confesso. Mas, se há coisa que o livro conseguiu, foi deixar-me curiosa em relação ao filme. Quero ver em que é que pegaram! Ou então quero ver o Leo num ecrã gigante, também pode ser isso.

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