A primeira vez que tomei contacto à séria com a Adele (entenda-se que ouvir a "Someone Like You" vinte vezes por dia na rádio não conta como conhecer essa grande fofinha), foi no natal de 2011, quando o meu namorado, esse grande fofinho, me ofereceu o 21. Foi paixão à primeira audição (não é tão romântico, mas é verdade).
A partir daí fiquei fã da Adele. Não ouvia mais nada a não ser o álbum dela e, claro, passava a vida a cantar as músicas: quando estava deprimida, chorava com as baladas; quando só me apetecia partir tudo, punha-me a gritar "BUT I SET FIIIIIIIRE TO THE RAIN!!!", com direito a gesticulação e tudo. Era coisa digna de ser ver, devo acrescentar.
Comecei a admirá-la como mulher: forte, humilde, determinada. De desconhecida, passou a um dos meus ídolos. A sua força, a sua forma de ver a música e a indústria, as suas motivações e a sua história fascinaram-me. Mas, acima de tudo, chamou-me a atenção a forma como lidou com as críticas em relação ao seu corpo. Para muita gente (estúpida), a aparência física continua a ser mais importante que o talento. A forma como ela reage a isso só mostra a grande mulher que é e só me fez admirá-la ainda mais: "I don't make music for eyes. I make music for ears". Toma lá morangos!
Lembro-me de dar pulos de alegria quando a vi abarcar seis Grammys de uma só vez e de me emocionar quando soube que ela estava grávida. Quando vi as nomeações para os Oscars, fiquei toda contente, como seria de esperar, por ver Adele como um dos nomes a Melhor Canção Original. Já sabia que ela ia ganhar (se não ganhasse, eu própria daria uma de Kanye West "yo, imma let you finish, but Adele..."), não foi uma surpresa. Mas não posso deixar de estar orgulhosa da minha fofa!
You go, girl! Parabéns!
(Bem vestida e linda. Tirando as unhas... Odeio unhas com mais de 3 milímetros acima do dedo, blhec)
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