19 de fevereiro de 2013

Doenças, doenças

Não tenho escrito porque estou que nem posso. Mas "que nem posso" não é como esse grande maluco da Frize, eu estou m-e-s-m-o que nem posso. Custa-me andar, custa-me estar sentada, custa-me estar deitada, custa-me ler, custa-me estudar, custa-me comer... Até me custa respirar, minha gente, respirar!
E em que é que isto se traduz? Não durmo, mal como, mal me mexo... Isto está lindo. Pareço uma alface. E por isso tenho andado longe aqui da blogosfera. Para terem uma pequenita noção, estou a escrever este texto sentada na minha cadeira (horrível, daquelas que nos fazem gostar de sentar o rabiosque numa pedra) e estou com as costas o mais esticadas possível, o que faz com que pareça uma girafa a escrever. 
Ultimamente tem-me acontecido tudo, realmente. Qualquer dia o meu organismo não sobrevive sem comprimidos. Todas as semanas é uma marca nova para um problema novo, uma festa. Para  experimentar tudo o que é medicamento disponível no mercado farmacêutico já me faltou mais.
Espero bem que esta porcaria de infeção passe bem rápido. O meu namorado nem me pode agarrar que eu queixo-me logo de dores! Ninguém consegue viver assim!

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