11 de julho de 2013

Modernices

Escrevo-vos a partir de um tablet. Pelo menos, tento. Sim, tento. Se imaginarem uma foca a escrever num normal teclado de  computador têm,  mais ou menos, uma ideia de como isto está a correr. Nunca me aventurei muito nestas coisas de dedos (touch, vá), como eu, carinhosamente, chamo a tudo aquilo que exija contacto entre dedos e ecrãs. Não consigo entender-me com isto e pronto. Tento limpar uma sujidadezinha, lá vai o site com o caneco; quero aumentar o zoom de uma página do facebook,  ponho gosto numa parvoíce qualquer; quero justificar este texto, mas não faço puto ideia de como é que se seleciona o texto. E os acentos? Não sei como se põe tal coisa. A minha sorte é que isto vai dando sugestões de palavas, já acentuadas, senão isto parecia um texto escrito por um puto do primeiro ano (não desfazendo).
Mas isto é giro! Jogar aqui é beeem mais divertido, sente-se mais ação (a jogar Angry Birds, Cut the Rope ou Candy Crush - se o meu namorado sonha que eu digo que estes jogos têm qualquer tipo de ação, fico solteira em menos de nada). É engraçado,  mas não sei se hei de comprar um para mim.
Preciso de uma maquineta tecnológica para levar para a faculdade que não me deixe com as costas como as do corcunda de Notre Dame (andar com o portátil atrás durante oito horas não é bom, nada bom). Pensei em comprar um notebook, mas o homem diz que é um desperdicio de dinheiro, que custa quase tanto como um portátil e, tendo em conta que já tenho um, não faz sentido.  Quer, por tudo, que eu compre um tablet. "É super prático! Dá imenso jeito! Até para quando deres aulas será útil!". Pois, não sei. Lá que é leve, é. E não ocupa muito espaço.  Mas será que uma dedos grossos como eu se adapta a isto? Tenho dúvidas!

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